Câmara de Fortaleza capacita servidores para atendimento a pessoa com deficiência

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Com o objetivo de garantir um atendimento cada vez mais inclusivo e humanizado, a Câmara de Fortaleza, promoveu na manhã desta sexta-feira, 07, na Sala das Comissões, a capacitação “Boas práticas no atendimento a pessoas com deficiência” para os servidores e colaboradores. A iniciativa foi da Escola do Parlamento (EPFor), da Biblioteca José de Alencar e da Gestão de Inclusão, em parceria com a Universidade Federal de Fortaleza (UFC).

A programação contou com três palestras ministradas por profissionais da Coordenadoria de Acessibilidade para Pessoas com Deficiência (CAPD): a bibliotecária e gestora Clemilda dos Santos Sousa, o técnico de Assuntos Educacionais, Davi Cândido da Silva e a bibliotecária, Giordana Nascimento Sales de Freitas.

A capacitação reforçou a importância de um atendimento pautado no respeito à diversidade, na equidade e na garantia dos direitos das pessoas com deficiência, destacando que a inclusão deve fazer parte das práticas cotidianas do serviço público.

A gestora de Inclusão da Câmara, Livinha Vasconcelos, ressaltou a participação dos servidores na capacitação. “A Câmara tem avançado cada vez mais nessa pauta e entende a inclusão como um dos pilares fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e acolhedora. A grande participação dos servidores nesta capacitação demonstra que a Casa está engajada nessa causa e comprometida com a construção de um atendimento cada vez mais humano, acessível, respeitoso e inclusivo”, afirmou.

Câmara Mais Inclusiva

A gestora de Inclusão, Livinha Vasconcelos, destacou que a Câmara de Fortaleza tem ampliado as ações voltadas à acessibilidade e ao atendimento inclusivo. Segundo ela, o crescimento da presença de pessoas com deficiência na Casa reflete os avanços promovidos nos últimos anos.

“Percebemos um aumento significativo da presença de pessoas com deficiência na Câmara. Muitas delas não acessavam os serviços da Casa anteriormente porque encontravam barreiras que dificultavam sua participação. Com a ampliação das ações de acessibilidade e a qualificação do atendimento, esse cenário vem mudando. A Casa passou a ter um olhar mais atento para a inclusão. Hoje, muitos usuários compartilham relatos positivos sobre o atendimento recebido. Eles dizem que se sentem acolhidos, respeitados e tratados com igualdade, sem preconceito ou atitudes capacitistas”, afirmou.

Fotos: Érika Fonseca

Repórter: Anna Regadas

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